Detalhes de análise

Serenium (Calma & Bem-Estar) - Volume: 60 mL

Serenium (Calma & Bem-Estar) - Volume: 60 mL

Análise do produto (enviada em 8 de agosto de 2018):
Chegou amparado por dois filhos, pois não conseguia caminhar direito, não parava em pé. Estava tomando cerca de dez medicamentos diferentes, sendo que, dentre eles fazia uso de um frasco inteiro de dipirona (solução) e cerca de quinze a vinte comprimidos de aspirina, em um prazo de um a dois dias. Isto sem contar os remédios para labirintite, ansiolítico para dormir, analgésicos, antidepressivos e anticonvulsivantes fortíssimos receitados pelo especialista. De fato, ele sofria gravemente de nevralgia do trigêmeo, desde a mocidade, mas ultimamente as dores estavam insuportáveis. O uso de um anticonvulsivante ocorria numa tentativa extrema de atenuar as dores de cabeça. Como o tratamento medicamentoso não surtia efeito, os especialistas já aventavam a hipótese de uma intervenção cirúrgica para seccionar o nervo trigêmeo. O tratamento natural foi feito com o pó das folhas da Passiflora (Passiflora edulis), 400 mg quatro vezes ao dia, o Fi-Floral Serenium, 50 gotas quatro vezes ao dia, o pó das folhas do Ginkgo-Biloba (Ginkgo biloba), 300 mg, três vezes ao dia, e ainda Buquê de 9 Flores, 4 gotas sublinguais, oito vezes ao dia. Os resultados foram surpreendentemente positivos. De modo gradativo, J. foi se libertando da enorme carga de medicamentos alopáticos. Sua saúde foi melhorando, e a terrível dor de cabeça que era ininterrupta, tornou-se à princípio episódica, deixando de ocorrer em alguns dias, mas voltando em outros. Depois, com o tempo, a dor se tornou cada vez mais esparsa, passando a se manifestar apenas em situações de estresse emocional ou físico. Apenas uma situação não pôde ser contornada: J. tornara-se viciado em aspirina, pois continuava tomando vários comprimidos ao dia, mesmo já não sentindo dor alguma. Com isto, seu sangue era mais fluido do que o normal, o que ocasionava algumas ocorrências de hemorragia nasal. Certa feita, contou ele, um morcego entrou de noite em seu quarto, na casa de roça onde morava, que era de telha e não forrada, e mordeu insistentemente suas narinas. Ele lutou contra o morcego por alguns minutos, sem lograr êxito, pois pensava tratar-se de um pesadelo. Somente quando despertou plenamente conseguiu dar cabo do animal, com as próprias mãos, atirando-o ao longe. Quando deixou o tratamento natural, J. dizia estar muito bem. Não sentia mais dores de cabeça. Não tomava medicamentos controlados. Dormia bem. Trabalhava normalmente na ordenha das vacas e na entrega do leite. Todavia, continuava tentando se libertar do vício em aspirina.